segunda-feira, agosto 18, 2008

Os blogues e... Tavira (415)


Aumento de vandalismo de espanhóis embriagados preocupa autarquia. Casa roubada, trancas na porta!

3 comentários:

OBSERVADOR disse...

Spain accused of exporting affair drinkers to Portugal

in MoneyMaking.ucoz.com, 2008.08.18

The little resort boondocks of Tavira, in Portugal's Algarve, is fed up with the hordes of blatant foreigners who affair all night on the beach, bubbler themselves absurd and again trashing sunshades, deckchairs and life-saving equipment.

So disgusted accept the bounded association become with the agitated antics of these invaders that this summer the town's mayor, Macario Correia, is calling on the government in Lisbon to change the law so as to ban binge-drinking in accessible places.

Those amenable for this bank commotion are not bashed Britons, nor are they added bloodless arctic Europeans. They are from Spain – Portugal's neighbour 12 afar up the road. Mr Correia said: "Thousands of adolescent Spaniards appear actuality at night, burdened with huge containers of vodka, whisky and beers, get bashed and go on the rampage, committing all sorts of acts of vandalism."

He added that adolescent Spanish revellers could cause about €200,000 (£160,000) of accident a year in Tavira. "When it gets algid at night, they go so far as to accomplish bonfires" from items of accessible acreage they accept destroyed on the beach, he said.

The botheration has developed worse aback the bounded government in Spain's Andalusia region, which borders on Portugal, anesthetized a new law in 2006 on the burning of booze in accessible places.

The aim was to brand out the faddy for botellon or "big bottle" gatherings – alcoholic binges in which adolescent Spaniards mobilise in their bags to alcohol able alcohol in the accessible air through the mild summer nights. Added regions of Spain followed clothing with agnate legislation, which had the aftereffect of shunting the abnormality beyond the bound into Portugal.

Last anniversary Mr Correia wrote to the Portuguese Interior Minister, Rui Pereira, allurement for a change in Portuguese law. "I asked for a agnate law to the one in Andalusia," the ambassador said.

But Portugal is afraid to yield measures that ability abuse its affluent neighbour, whose tourists – additional in amount alone to visiting Britons – abundantly addition the Algarve's economy.

Spain and Portugal allotment not just a continued bound but centuries of alternate suspicion and hostility. Despite their proximity, they are absolutely altered in temperament. The affable Portuguese wince at the high-decibel shrieks of visiting Spaniards.

But Portugal has had to chaw aback objections, as Spain's access has confused added into its abate neighbour's economy. Antonio Pina, administrator of the Algarve region's tourism authority, said : "I see the mayor's problem, but I would never accomplish such a absolute allegation adjoin a accurate nation ... abnormally from countries area we arise cher publicity campaigns advancement them to visit."

But Mr Correia doesn't chip his words: "Every added day our borough cleaners accept to bright up bits larboard by Spaniards in an alcoholic coma. I anguish about the cultural apprenticeship of these youngsters, who can't adore themselves after accepting out of their active with drink.

"It's an abuse to holidaymakers who appear to blow and adore the beach. When about 2,000 Spaniards hit our bank at weekends, it's absurd for the town's two policemen on night assignment to ascendancy them."

He wants Spanish badge to backpack out added accurate checks, abnormally at weekends, on bashed drivers forth the active bank alley that crosses the border.

By contrast, British visitors, for whom the Algarve's baby littoral towns are accepted anniversary destinations, behave well, Mr Correia says. But he adds: "We don't accept abounding Britons in Tavira. Mostly Spaniards."

Confraria da Alfarroba disse...

- legislar?... mais?

o edil tavirense sempre teve pretensões a moralizador e moralista.
jamais esqueceremos aquela comparação infeliz de que beijar a boca duma mulher que fuma será o mesmo que beijar um cinzeiro.
dele (edil) já nada nos espanta.
agora é o alcool e os espanhóis. os espanhóis, meus senhores... ruim peste, essa.
porque os portugueses jamais se embebedam. não bebem desalmadamente nem causam danos no nosso património...
daí legislar, legislar, legislar...
e
contra os castelhanos:
marchar, marchar, marchar...
o senhor macário para além de moralista deu agora em policia de costumes.
com efeito, quem não tem prazer na vida vivida torna-se um furioso defensor dos "bons costumes"... é ver os ex fumadores; os mais temíveis cruzados contra o fumo (dos outros).
oh camarada macário, assim não vale.
legislar o quê?
o direito ao prazer?...
o senhor quer o quê?
um país de escuteirinhos e polícias?!...
tenha dó...
numa região como a do algarve onde a maioria da população não tem direito ás mais elementares condições - saúde, transporte, saneamento, educação e cultura e muitos & etc. vai o edil (de que câmara for) preocupar-se com uma bebedeira e não se preocupa com atentados culturais graves como são esses "all"?
algarve é um nome quase sagrado em termos históricos - a terra do ocidente - não o "all" de "tudo" dos bárbaros do norte (diante dos quais andamos sempre de cócoras)...
algarve não possui os meios básicos de transporte público (comboios autocarros...) e o que existe está, sim degradado, fora de prazo, decadente... as antigas estações (abandonadas há anos) são autenticas lixeiras a céu aberto.
e o edil, os edis - todos - preocupam-se com quê?
com o direito ao prazer dos outros?
algarve não possui um serviço de saúde capaz, um serviço que sirva realmente a sua população (os indígenas)...
mas os indígenas, desatentos, lá vão votando para eleger os EDIS.
e eles, edis (salvo muito raras excepções), não cumprem o que prometeram aos indígenas.
e
a culpa é sempre da crise... das dificuldades do país... ainda que não haja crise ou dificuldade quando se trata de passear no estrangeiro, fazer festanças de recepção às "altas individualidades"
e
muitos outros & etc.
a crise é para o indígena. a crise é para a população em geral - sempre os mesmos a pagar as facturas que os senhores que se foram profissionalizando nestas coisas da política vão passando.

cumpram o que prometeram não mais exigimos.
e
como sói dizer-se
"já agora":
queremos transportes públicos e serviços de saúde dignos para a população. e já!

Fernando Rebelo disse...

Fico chateado com este tipo de intervenções.
Os edis autárqicos deviam ir para a rua e sentir quem está nos Concelhos.
Os que estão nas Câmaras Municipais por votação deveriam ser os primeiros a exigir da Administração Central mais verbas, mais meios, mais formas de poder desenvolver os Concelhos a que presidem.
Em vez disso, perdem-se em coisas que não interessam a ninguém.
E assim vai Portugal...