sexta-feira, setembro 05, 2008

Nem Agosto...


O volume de vendas total nos hotéis e empreendimentos turísticos do Algarve registou uma descida de 2,6%, em Agosto, relativamente ao período homólogo...

Segundo o
Jornal de Negócios, a Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA) refere que «os dados estatísticos em presença, são comparativos com os verificados no ano passado, ano que registou uma subida assinalável face a 2006». Os resultados do ano turístico de 2007 apresentaram uma subida superior ao previsto, quer em matéria de taxas de ocupação (+5%), quer no respeitante aos resultados económicos das empresas (+3,9%).

O que parece salvar a economia algarvia é que o fenómeno da sazonalidade tem vindo a ser progressivamente contrariado com a diversificação da oferta e a promoção de eventos ao longo do ano.

Porém, só no final do corrente ano será possível verificar se há uma tendência de estabilização das taxas de ocupação e dos volumes de negócio ou se, pelo contrário, a economia algarvia está a entrar em crise. Até lá...

2 comentários:

TP disse...

REPOSIÇÃO DA VERDADE DOS FACTOS

Ano Turístico está a ser dos melhores de sempre

O Turismo de Portugal, surpreendido com o conteúdo do artigo publicado hoje no Diário de Notícias, com o título “Pior mês de Agosto de sempre para o turismo português”, desmente formalmente a veracidade da notícia e o seu título sensacionalista.


Embora ainda não estejam disponíveis os números oficiais do Instituto Nacional de Estatística (INE) relativos à ocupação hoteleira e receitas turísticas de Agosto, é já possível garantir que o corrente ano e o próprio mês de Agosto terão sido um dos melhores períodos para o Turismo, embora eventualmente não tenha atingido o recorde de 2007, esse sim considerado o melhor ano de sempre do Turismo em Portugal.

Os resultados deste ano são, seguramente, melhores que os de 2006 e dos anos antecedentes quer em número de dormidas e em número de turistas, quer, muito em particular, em receitas.

No final do primeiro semestre de 2008, registou-se um acréscimo de 5,9 por cento nas receitas turísticas, um aumento de 4,2 por cento do número de hóspedes e de 1,5 por cento de dormidas, comparativamente com o melhor ano turístico de sempre – 2007.

Mesmo em relação ao Algarve, onde o turismo inglês tem um peso significativo e sofreu com a desvalorização da libra face ao euro, é completamente infundado dizer que “não há memória de um mês tão fraco”. Comparando com os anos de 2006 e anteriores verificamos que a situação está longe de confirmar aquela afirmação.

Embora sejam conhecidas razões conjunturais que levam a um decréscimo dos fluxos turísticos internacionais – desvalorização da libra e do dólar, a alta do preço dos combustíveis e das viagens aéreas e a subida dos preços de bens alimentares – a verdade é que o Turismo em Portugal tem sabido enfrentar esse desafio e reagir positivamente à crise internacional. Sendo por isso, ainda mais injusto publicar notícias e títulos alarmistas que criam um sentimento negativo totalmente contrário à realidade do sector turístico em Portugal, que é tudo menos pessimista.

Lisboa, 5 de Setembro de 2008

OBSERVADOR disse...

Actividade turística no Algarve em destaque no “Fórum TSF”

in AMBITUR.pt, 20080912

Bernardo Trindade, secretário de Estado do Turismo, e Elidérico Viegas, presidente da AHETA – Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve foram dois dos convidados do “Fórum TSF” desta sexta-feira, para comentar os resultados registados na hotelaria neste Verão. A principal região turística do país, o Algarve, teve natural destaque.



O presidente da AHETA esclarece que “não tivemos menos turistas do que no ano passado, mas sim turistas a permanecer menos tempo”. Elidérico Viegas recorda que 2007 foi um ano excepcionalmente bom, e que estamos, na realidade, a regressar aos níveis de 2006.



Bernardo Trindade afirma que “os dados do INE – Instituto Nacional de Estatística do Banco de Portugal reflectem, depois de um ano excepcional, ainda uma evolução positiva, quanto a proveitos, hóspedes e dormidas”.

“Compreendo que o Algarve manifeste preocupação, uma vez que o número de camas disponível é maior. Agora, é necessário verificar a informação e a que tenho disponível é que, ao nível das receitas e dos proveitos, a evolução tem sido positiva”, afirma o secretário de Estado do Turismo, não deixando ainda de salientar “o comportamento da Madeira, do Norte de Portugal e de Lisboa, que, em relação a proveitos, hóspedes e dormidas, estão a ter performances muito positivas”~.